A R T I G O S . . .

Podemos dizer que tudo que existe é proveniente de elementos naturais da própria Terra. Com base nesse raciocínio, podemos então dizer que tudo é natural, pois são feitos de matéria prima primordial, mesmo aquilo que é manipulado pelo homem e que não existe naturalmente na Natureza. O homem só sabe manipular e não criar...

No entanto, se levarmos em consideração que tudo que existe encerra um estado VIBRATÓRIO, a “istória” fica diferente...! Nesse caso, o NATURAL passa a ser tudo aquilo que existe e que foi criado pela própria Natureza, sem a interferência externa, conferindo-lhes uma vibração natural, em consonância e em harmonia com as vibrações da Terra e do Cosmos. Se o homem quiser criar e/ou interferir no meio de forma natural, harmônica e equilibrada, deve também primar por essa premissa básica e fundamental. A essa forma de intervir no meio damos o nome de EcoArquitetura ou BioArquitetura.

Por outro lado, o ARTIFICIAL seria tudo aquilo que é criado através de uma manipulação externa, alheia às forças de equilíbrio da Natureza, como: os materiais químicos, os materiais processados, os transgênicos, os remédios, os alimentos desenvolvidos em laboratórios, os agrotóxicos, os hormônios, os adubos químicos, e também mais abstratamente a inveja, o ódio, etc. Apesar de serem os elementos que os compõem os mesmos existentes naturalmente na Terra, as suas conformações ou arranjos químicos são diferentes e não existentes na Natureza, conferindo-lhes vibrações também diferentes. Essas são formas de alquimia que não estão em conformidade com a Natureza, e por isso, dissonantes dela, podendo criar campos eletromagnéticos nocivos. E se essas formas não são encontradas na Natureza, é porque não têm existência natural. O tempo de existência do homem na terra é muito inferior ao da natureza, e se ela, nesse longo período de tempo não criou esses elementos, é porque eles ainda não têm existência natural, e a sua criação pelo homem causam interferências, que podem ser nitidamente notadas ou serem sutilmente discretas e só perceptíveis após longo tempo de permanência...! Por exemplo, é um grande engano pensar que os transgênicos e/ou a aplicação de agrotóxicos, inseticidas, etc, vão livrar as lavouras e as construções das pragas. Isso só é verdade por um curto espaço de tempo, surgindo em seguida uns cem números de outros agentes destruidores e pragas poderosas e geneticamente resistentes. Ao comermos os alimentos artificiais, transgênicos, com agrotóxicos ou aqueles tratados com hormônios para crescerem e engordarem rapidamente, e/ou habitarmos edificações contaminadas, estaremos introduzindo em nosso corpo elementos vibratórios dissonantes à nossa estrutura vibracional natural primordial, regida pelo DNA. Isso gera desequilíbrios e doenças e morte de nossas células, e com o tempo, a velhice e a falência dos órgãos. Isso também ocorre com as formas das edificações e com os materiais de construção, que devem ser definidos, escolhidos e manipulados de forma a criarem um campo vibratório em consonância com o meio onde estão inseridos. Ao criarmos devemos ter em mente esses princípios bem claros e definidos. Portanto, os elementos criados de forma desarmônica pelo homem, têm uma vibração / freqüência não compatível com as freqüências / vibrações da Natureza. Esse fato gera desequilíbrios ou choques, provocando todo tipo de doenças e pragas, que muitas vezes estão associadas aos materiais de construção e/ou à construção em si, como: cupins, fungos, síndrome do edifico enfermo (SEE), vibrações, eletromagnetismo, entre outras forças telúricas, que podem ser prejudiciais à vida humana.

Todo elemento existente tem uma freqüência própria que cria um campo eletromagnético. Um mesmo elemento, com arranjos diferentes, gera campos diferentes...! No Universo, tudo é regido por campos eletromagnéticos, sintetizados pela luz. Tudo é luz em formas vibracionais diferentes, mais ou menos densas. Se estivermos em sintonia com os campos vibracionais da Terra nos integramos a ela, caso contrário nos dissociamos dela e vivemos em conflito, angustiados, doentes e morremos...!

Todo corpo tem a sua freqüência própria (vibra com uma determinada intensidade). Por exemplo, quando construímos um edifício para resistir a terremotos, fazemos com que a sua freqüência própria se afaste da freqüência emitida pelas ondas do terremoto, tanto para mais como para menos, tornando-se o edifício ou muito rígido ou muito flexível. As casas de bambu, por exemplo, jamais cairão com terremotos, pois têm flexibilidade e resistência, propriedades que lhe confere destaque como material de construção. Com isso afastamos a possibilidade das freqüências dos terremotos se igualarem às próprias da estrutura da edificação, evitando, o que chamamos de “ressonância”, o que causaria a “explosão” da estrutura. É o mesmo fenômeno que ocorre quando um tenor emite um som que se iguala à freqüência própria da vidraça e essa se estilhaça...! Os soldados marchando em uníssono, também podem derrubar uma ponte...! Quando construímos um piso de madeira, por exemplo, devemos ter esses princípios bem claros e definidos, para evitar o desconforto da vibração ao caminharmos sobre ele.

Nosso corpo também possui uma freqüência própria e podemos explodir a qualquer momento...! Por isso é tão importante e necessário nos sutilizarmos, para não criarmos resistência às vibrações / freqüências emanadas pela Terra e Cosmos...

Como se sutilizar?

Fisicamente conseguimos isso através da alimentação. Procure comer produtos naturais e orgânicos, crus e frescos. Nada de supermercados, enlatados, manufaturados, condicionados, congelados, cozidos, nada de carne e derivados. Dê preferência às frutas suculentas e doces e ao mel de abelha orgânico. O ar e a água são outros elementos fundamentais, os quais nas grandes cidades estão poluídos e impróprios para o uso. Se puder, procure as montanhas e viva ao natural em todos os aspectos.

Espiritualmente conseguimos nos sutilizar elevando e unindo o espírito e a alma ao Divino, através do bem, eliminando os maus pensamentos, a inveja, o ódio, o apego, a posse, a cobiça, se despojando do medo, sendo solidário, incorruptível, sendo livre e praticando o amor incondicional.

Todos os sentimentos negativos não são naturais, mas sim criados a partir de posturas desenvolvidas pelo próprio homem na terra. Os iogues swamis e os grandes mestres, para se livrarem de todos os sentimentos e desejos negativos, se isolam em cavernas, despojados de tudo, até se iluminarem. Após, estão livres para fazerem o que quiserem de forma livre.
Se quiser viver em paz com a natureza, terá que se despojar de tudo. “Não podes servir a dois senhores ao mesmo tempo...”. Siga a sua intuição, que ela é natural, já a razão é artificial.

   

Têm certos prédios que cantam, tem certos edifícios que ao chegar perto já se sente uma energia, atraindo a pessoa para se aproximar, entrar e a viajar nos espaços criados por Tlayoltehuani, nome de arquiteto em Nahuatl, idioma dos Astecas, que quer dizer fazer com o coração as coisas divinas.
Vamos olhar algums destes prédios no mundo. Começamos pelo México, no ano 512. No centro do país está a grande Pirâmide do Sol, na antiga cidade de Teotihuacan, agora somente ruínas...
Esta pirâmide foi construída de forma que as suas laterais, escadas e ângulos dirijam as correntes de ar para o interior, via canais que chegam ao centro da pirâmide e vão até uma câmara, onde o vento toca seis grandes conchas do mar, criando um tom de FÁ.
Ele faz parte de um grande instrumento musical, feito em forma de prédios enormes, formando o núcleo dos guerreiros da sociedade Teotihuacana.

Na foto é possível ver a figura de um homem com os braços abertos, parecido com Cristo Redentor no Corcovado, o corpo dele é a escadaria, uma das várias ilusões/realidades do local.

 
Anos depois em 1972, William Perreira projetou o Transamerica Building em São Francisco, Califórnia, (antigamente parte do México). No início sua construção chegou a ser censurada por sua estrutura de forma bicuda, só sendo liberada quando as colunas dos lados foram implementadas; que depois tornaram-se as vias do elevador. O povo achou o prédio um escândalo, muito fálico, etc, agora se tornou marca registrada da cidade. É uma grande surpresa passar perto deste prédio, embaixo das colunas gigantes que o sustenta ou até mesmo vê-lo de longe. Pena que não da para entrar... a segurança está muito avançada.
O Burj Al Arab, hotel super moderno de Dobai de Tom Wright, 1999.
Inspirado no dhow (embarcação árabe tipo jangada), e mais alto que a Tour Eifel, mais baixo que o Empire State, mais tamanho não interessa... enfim , ele é bacana, não o conheço pessoalmente mas nas fotos e nos planos arquitetônicos é muito sofisticado.
   
Em 1994 na cidade de Niterói, surge o Museu de Arte Contemporânea de Oscar Niemayer.
A natureza, o penhasco que segura este edifício é alucinante, e o campeão de local para prédio no mundo.
O tema desta obra parece ser o olho, tem uma estranha harmonia, alguma coisa fora deste mundo, vigoroso, o lugar é um pináculo, uma saída de energia terrestre feita pelo o homem. É como estar dentro de um olho, parado na retina, olhando para fora da cabeça. Às vezes olhando para dentro, às vezes olhando para fora. Prédio show de bola.
   

O prédio mais grandioso da historia, graças ao Imperador Shan Jahan, é o grande admirado mausoléu de Taj Mahal, do Ustad Ahed Lahori feito de 1631 a 1653.
Lá cheguei no fim da tarde. Vi o por do sol cair sobre do prédio e o Rio Yamuna que passa em frente. Fiquei tão maravilhado que no dia seguinte voltei para ver o amanhecer.
Aqui tem tanta poesia, tanto amor, tanta harmonia que você fica prisioneiro do local, é quase impossível sair do lugar. A perfeição é deslumbrante, vale a pena ir para Agra, na Índia e viajar neste paraíso. Pena que o prédio agora tem que ir de contra com a poluição do ar que está deteriorando os átomos das paredes.
O gênesis do Taj Mahal é que el é o monumento do amor eterno.


Estes são alguns dos prédios que cantam, acho que tem vários, até uma pedra no caminho pode cantar.

E-mail: kalho@tibarose.com

PREÂMBULO

O fato de sermos urbanos nos leva a ter hábitos que nos afasta do contato direto com a Natureza, a saber: uso de roupas, sapatos (principalmente tênis), ambientes fechados (ar condicionado), ar poluído, estresse do dia-a-dia, comida tóxica, barulho, filas, taxas, trânsito, etc, etc, etc... Esses fatos geram distúrbios a toda natureza e em particular aos seres humanos.

Nós somos ENERGIA concentrada e nos carregamos dela no dia-a-dia, captando-a da natureza, da fricção com o ar, do sol, do prana, do alimento, etc. Essa energia vai se acumulando em nosso corpo e a usamos para as nossas atividades, mas cria também o que chamamos de ENERGIA ESTÁTICA, que fica acumulada no corpo. É aquela mesma energia que é criada nos aviões, nos aparelhos elétricos/eletrônicos, nas redes de energia elétrica, etc, necessitando ser dissipada ou aterrada, para evitar danos.

O que faz a engenharia para solucionar esse problema?

Constatada a existência dessa energia estática, ela deve ser descarregada de alguma forma. Então foram criados os chamados “FIOS TERRA”, para dissiparem a energia estática acumulada nesses aparelhos para a terra, que tudo absorve...! O corpo humano funciona também desse modo, e é necessário descarregar o acúmulo dessa energia estática de alguma maneira...

Como proceder?

Podemos descarrega-la em contato direto com a natureza. É muito comum ouvir-se dizer: há! estou precisando descarregar, ir para a natureza, para as montanhas, para o mar, respirar ar puro, etc. E é isso. Andando descalço, pisando na terra, na areia, andando ao ar livre, na mata, se abraçando às árvores, tomando banho de cachoeira ou de mar, ficando com pouca roupa, etc, se desligando dos afazeres do dia-a-dia e se dando um tempo para si próprio, trás de volta o equilíbrio perdido. Essa energia não dissipada cria transtornos, defeitos, sobrecargas, doenças, patologias, etc. Os mestres do Extremo Oriente nos ensinam isso. Quando querem se iluminar, vão para as montanhas e se isolam nas cavernas do Himalaia no Tibet, se despojando de tudo, em contato direto e íntimo com a Natureza, inclusive consigo próprios e com o seu Eu interno. Purificando-se e sutilizando-se, sem interferência nenhuma externa, situação necessária para a meditação, para que se liguem às forças da natureza e se deixem penetrar por elas, atingindo o perfeito equilíbrio e integração.

CONSTATAÇÃO

Constatamos essa verdade quando estamos nos sentindo mal humorados, cansados, deprimidos, indispostos, irritados, com dores musculares e do sistema nervoso (músculos, ligamentos, nervos, neurônios, coluna, etc), com os afazeres do dia-a-dia, e então, saímos para nos divertir em algum lugar em contato com a natureza, para espairecer a mente e então, nos revigoramos e melhoramos..., sem necessidade de remédios. Quem nunca sentiu isso? Às vezes estamos tão carregados que os nossos músculos se movimentam sozinhos, induzido pelo sistema nervoso involuntário. É muito acúmulo de energia estática, fadiga... Esse estado de ânimo, com certeza, vai afetar a nossa vida, a nossa criatividade, o nosso relacionamento, a nossa apreensão do conhecimento e a nossa sintonia com o universo.

Nesse caso o que as pessoas normalmente fazem?

Primeiramente vão procurar um médico. Reclamam de todos os males, de dores generalizadas, etc, e recebem, como consolo, apenas uma lista de exames a fazer. Geralmente esses exames dão normais, pois nesses casos, é comum as pessoas não sofrerem de doenças físicas que possam ser detectadas por exames de laboratório. Mas a maioria dos médicos se limita a isso, pois não recebem formação acadêmica para tratar da saúde, mas apenas da doença...! Falta-lhes entendimento global, holístico e sistêmico do funcionamento do corpo humano (cabeça, tronco, membros e de todo seu arcabouço energético e espiritual), todos funcionando em uníssono. Não havendo uma causa específica conhecida, se limitam a dar o diagnóstico, geralmente de “FIBROMIALGIA”!

Mas o que é a fibromialgia?

É tudo aquilo sem uma causa específica, que gera dores generalizadas nos músculos, nervos e tendões, dor de cabeça, depressão, indisposição, etc, atribuídas pelos médicos ao estresse e tensões da vida cotidiana, principalmente nas grandes cidades. Hoje em dia tudo que a medicina não entende direito do que se trata, com relação a essas dores musculares generalizadas, dão o nome de FIBROMIALGIA. É a doença da moda...! Nosso corpo quando submetido a esforços ou a um estado de tensão e estresse, associado à alimentação, gera toxinas que necessitam ser eliminadas. Caso contrário, geram essas dores terríveis, chamadas de fibromialgia, muitas vezes associada à falta de serotonina, um neurotransmissor que funciona como faxineiro dessas toxinas.

TERAPIA MÉDICA: tomar fortes medicamentos anti-depressivos, drogas altamente intoxicantes, que aliviam momentaneamente os problemas, mas que não os resolve definitivamente, pelo contrário, vão causando outros males e dependências.

A constatação é de que necessitamos apenas dar vazão “descarregar” nossas energias estáticas acumuladas. Não é necessário nenhum remédio. Nosso corpo é SENHOR da situação e dotado de todos os mecanismos necessários a se auto-defender, é só dar-lhe as condições necessárias. Precisamos AMAR o nosso corpo..., ter consciência de sua PERFEIÇÃO e GRANDEZA e do PODER incalculável que tem. Necessitamos, isso sim, criar um “fio terra” com a Natureza. A vida moderna esta nos afastando cada vez mais da Mãe Natureza, e isso tem trazido os inúmeros males acometidos na humanidade. E a medicina não se atina para esse fato como sendo uma calamidade, porque também esta afastada... Eu nunca vi uma pessoa que vive em contato direto com a natureza, sofrer de fibromialgia. É uma doença eminentemente urbana.

EXPERIÊNCIA

É muito comum tomarmos choque ao pegarmos em uma maçaneta de porta, principalmente se estamos em um ambiente acarpetado, fechado, etc. Nada mais é do que a descarga da energia estática acumulada, ou seja, o tal “fio terra” que criamos ao pegar na maçaneta. Podemos criar essa conexão de maneira mais prazerosa, nos ligando à natureza, em práticas esportivas ao ar livre, andando descalços, respirando ar puro, nos sentindo alegres, oferecendo ao nosso corpo, alma e espírito, maior conforto, respeito e amor. Dando um tempo para nós mesmos, lendo um bom livro, ou fazendo aquilo que nos agrada, sem nenhum compromisso, em harmonia e paz. Indo para as montanhas, para o mar, tomando banho de cachoeira, andando na mata, etc. Pisar a terra descalço é muito bom, principalmente na areia ou nas pedras. Elas funcionam como uma massagem de Do-in nos pés, massageando todos os pontos meridianos. Andando na areia fofa, também massageia-se as articulações dos pés e das pernas e alonga-se-as naturalmente. Além do mais, ao ar livre nos carregamos de energia e em contado com a Terra nos descarregamos dos excessos, deixando-nos em equilíbrio com a natureza. Como resultado: harmonia, bem estar, saúde, alegria...

CONCLUSÃO

Todos os excessos são prejudiciais. Precisamos encontrar o nosso equilíbrio interno e externo, vivendo em harmonia, paz e amor. A vida urbana nos cerca de artificialidades e modernidades, que a despeito de trazer conforto e bem estar, trás isso sim, um grande desequilíbrio físico, psíquico e emocional. Os materiais com os quais são construídas as edificações, em muitos casos são causadores de doenças, contaminações, radioatividades, etc. Além disso, as cidades são repletas de antenas fios de alta tensão, aparelhos eletrônicos, etc, emitindo toda sorte de ondas eletromagnéticas, altamente prejudiciais. O universo é repleto de radiações eletromagnéticas que circulam e afetam a natureza favorável ou desfavoravelmente, dependendo da sensibilidade de cada um. Precisamos ter consciência desses fatos e procurarmos melhorar o ambiente em que vivemos e a nós mesmos, minimizando essas causas. Como o médico ao diagnosticar uma doença, o arquiteto ao projetar uma edificação, necessita de uma visão global, holística, ecológica e sistêmica para projetar de forma equilibrada, saudável e harmoniosa. Além disso, necessitamos buscar o nosso equilíbrio pessoal de alguma forma, sendo uma delas o contato direto com a natureza, para descarregarmos os excessos adquiridos com a vida moderna nas grandes cidades. Nos sintonizando dessa forma, podemos abrir um canal de intuição e criatividade, alheio a qualquer conceito pré-estabelecido, criando as condições necessárias à concepção do novo, do real, do verdadeiro, sem as amarras da simples necessidade da sobrevivência e do dinheiro.

Precisamos ter discernimento. Uma coisa é saber através da teoria, por ouvir falar ou ler, e outra, é a experiência. A teoria é importante para firmar os conceitos, mas a experiência é que mostra como as coisas funcionam na prática, trazendo o conhecimento, a vivência, a dimensão, o saber, o “savoir faire”.

Devemos também ter paciência, pois o resultado pode não ser rápido... Temos que dar tempo ao tempo para que o organismo efetue as mudanças necessárias. Nosso corpo é dotado, segundo dados, de 18 a 35 trilhões de células, as quais necessitam também passar pelas transformações, para que tenhamos uma mudança efetiva, pois elas também têm memória e saber. Isso leva em torna de 3 anos, tempo necessário para que o corpo renove 100% de suas células, inclusive as cerebrais. É preciso ter fé, convicção, perseverança e paciência... Mas pode ter certeza que dá certo no final. Se você não acreditar, seu corpo não realizará, pois ele é comandado por você, por seu Eu interno. Não tenha preguiça... O mais difícil é dar a partida, depois tudo vai se encaixando, e à medida que as coisas vão acontecendo, você vai se entusiasmando mais e mais. No entanto, para saber temos que experimentar. Tal qual o velho ditado chinês: “para conhecer a outra margem do rio é preciso atravessa-lo, ou somente subindo a montanha é que conhecemos a planície”.