A obra terminada agrega todos os conceitos da bio-arquitetura. Inclusive o jardim, que inclui uma área de compostagem, horta, viveiro e sistemas agroflorestais.
Autor da obra, Peter Van Lengen, dando a orientação das eco-técnicas e uma explicação do desempenho total do projeto. Além de contratar mão de obra local, foram organizados mutirões, juntando portugueses, argentinos, baianos e tibanos.

Treliça de bambu mirim, colhido na fazenda vizinha de um japonês, que o plantou em 1970.

Samuel Rodrigues na produção geral.

Garrafas são usadas como peça estrutural e fonte de luz.

Diversos revestimentos utilizando terra, esterco equino, areia e cal.

Em anexo, os banheiros com piso de azulejo hidráulico reciclado de um casarão do Pelourinho. Luminárias de caixas de ovos, tábuas de maçaranduba de demolição. Houve muito reuso e reciclagem de materiais.

Filtro biológico para as águas cinza, executado por um mestre de piscinas.

O Bason XL 2010, completo, com separador de urina e lavagem utilizando água da pia, ventilação cruzada, armadilha-PET para moscas terceira geração e assento reforçado.
A obra começa com a fundação de pedra e eucalipto da região sem tratamento região para não introduzir toxinas ao espaço. O cupim chegou, porém medidas ecológicas foram tomadas para convencê-los a ir embora.

Equipe do IBJ e jovens aprendizes da comunidade na confecção dos adobes.

Fabricação das placas de plastocimento para as pias e Basons. Espessura 12 mm.

Colocando o Bason no seu destino final. Ele pesa 200 quilos.

Pau-a-pique com fibra de coco e piaçava.

Teto verde em todas as coberturas: proteção do intenso sol baiano e pré-filtro para água da chuva.

Captação da água da chuva, armazenada em um tanque de 1800 litros feito de manilhas. A saída da água inclui um filtro natural.